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Seminário discute qualidade na internacionalização

Publicado: Terça, 18 Junho 2019 13:54 , Última Atualização: Quarta, 19 Junho 2019 15:55

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Começou na segunda-feira, 17, o seminário “Garantia da Qualidade na Internacionalização”, uma parceria entre a CAPES e o Conselho Britânico. Durante o encontro, que terá dois dias de duração, serão discutidos os parâmetros e as ações da nova chamada do Conselho Britânico para apoiar a Garantia de Qualidade (Quality Assurance) nos processos de internacionalização.

Toda essa dinâmica se desenvolve no bojo da estratégia “Universidades para o Mundo”, que terá duração de três anos e foi criada para “incentivar ainda mais a questão de internacionalização em universidades brasileiras”, conforme explicou Martin Dowle, diretor do British Council no Brasil.

Conduzida por Sônia Bao, diretora de Avaliação da CAPES, e Dowle, a etapa inicial contou com a presença de coordenadores, reitores, pró-reitores e professores de instituições de ensino superior (IES) brasileiras e britânicas, interessadas em parcerias.

“A internacionalização não é só a publicação em periódicos internacionais ou a ida de pesquisadores brasileiros para o exterior; envolve muitas outras coisas e é preciso ter uma convergência”, lembrou Sônia Bao. A diretora destacou que a mobilidade deve ser nos dois sentidos e o Brasil precisa ter uma participação mais efetiva dos seus programas e pesquisadores em ações internacionais.
Por sua vez, Martin Dowle falou do orgulho que o Reino Unido tem de estar entre os três ou quatro países mais importantes de parceria internacional. “Evidentemente, nosso objetivo é fortalecer ainda mais os laços e parcerias entre universidades britânicas e brasileiras”, afirmou.

Sobre a produtividade e o retorno previsto com esta cooperação, Diana Daste, diretora de Educação do British Council informou que “o Conselho Britânico e o nosso relacionamento com os parceiros britânicos estão baseados em uma cooperação de mão dupla”. Quanto a previsão para o PrInt, ela afirmou haver uma concepção de parceria “com intervenção estratégica para o desenvolvimento institucional dos dois países; além das universidades, estamos trabalhando com órgãos do governo”.

Qualidade
Andrew Smith, gerente de Qualidade e Padrões da Quality Assurance Agency for Higher Education (QAA), explicou que as normas de qualidade do sistema do Reino Unido mudou para se tornar mais acessível, sobretudo na Inglaterra. Deste modo, as expectativas de qualidade foram adaptadas para permitir que, tanto os fornecedores novos e pequenos, como instituições já estabelecidas possam atendê-las.

Avaliação
Sônia Bao apresentou o sistema de avaliação da pós-graduação brasileira executado pela CAPES, os critérios, etapas e processos desenvolvidos para a aprovação de cursos novos, a implementação e a permanência dos cursos no Sistema Nacional de Pós-Graduação.

 

 

(Brasília – Redação CCS/CAPES)
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