| Necessidade de revolução na C&T é tema de painel que encerra 1º Seminário "Amazônia na Rio +20" |
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| Publicada por Assessoria de Comunicação Social da Capes |
| Sexta, 20 de Janeiro de 2012 17:26 |
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Coordenado pelo pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), Marcos Ximenes Ponte, o painel "Amazônia: desafio brasileiro do século XXI – a necessidade de uma revolução na C&T" finalizou a programação do 1º Seminário "Amazônia na Rio +20", realizado em Santarém/PA, nos dias 19 e 20 de janeiro. Raimundo Cosme de Oliveira Júnior, supervisor da Embrapa Amazônia Oriental, atuou como relator. Durante as apresentações, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) do Estado do Pará, Alex Fiúza de Melo, afirmou que a Amazônia é um desafio brasileiro. "É um desafio de ordem científica e política. É preciso que exista a participação regional acoplada com a União. A Amazônia tem que se mobilizar, mas só isso é insuficiente." Fiúza também abordou a importância da economia do conhecimento. "Estamos vivendo um debate entre dois extremos fundamentalistas: ou a Amazônia é um simples 'almoxarifado' que está na fronteira para alimentar grandes indústrias ou é um santuário que deve ser intocado. Ninguém fala em economia do conhecimento na Amazônia, em aprofundar o conhecimento naquilo que temos." Jorge Guimarães ressaltou que para executar ações são necessárias propostas concretas e a união de todos os setores (Foto: Ronaldo Coelho/UFF) O secretário de C&T ressaltou a importância de formular um conceito de economia verde que inclua necessidade de investimento em conhecimento. "Precisamos pensar nessas questões para formulação do documento. Precisamos de educação de qualidade, ciência, tecnologia e inovação para o país se apresentar ao mundo como o único na historia que conseguiu desenvolver uma civilização florestal com qualidade." O presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães, complementou dizendo que para executar ações, são necessárias propostas concretas e a união de todos os setores. Ressaltou ainda a aposta na força das universidades, que são a "esperança do Brasil". Concluiu a apresentação se comprometendo a trabalhar pesadamente na agenda tratada no seminário para que, junto com os parceiros, possa solidificar as propostas apresentadas. Também fizeram exposições o vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ennio Candotti; o reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA), Carlos Edilson Maneschy; Antonio Ocimar Manzi, representante do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa); e José Seixas Lourenço, reitor da Ufopa. Seminário "Amazônia na Rio +20" (Natália Morato) |